Nos dias 10 e 11 de julho acontece em Águeda a 2.ª edição do evento multidisciplinar criado pela Pauta Humana. Em 2015, o festival pretende um olhar mais orgânico sobre as artes vivas na vida quotidiana e sobre os espaços ao ar livre, promovendo uma instalação de arte urbana em que o espaço, em si, ganha também uma dimensão performativa.

O evento é uma mostra de autores e de arte de diferentes linguagens e formas de comunicação criativa. O seu primeiro objetivo é promover uma reflexão prática sobre a atividade artística contemporânea. O projeto pretende afirmar como polos de criação multidisciplinar – aberta, plural e experimental -, os espaços adaptados para a criação, produção e apresentação artística.

O Urban Art Fest é um evento que privilegia a arte multidisciplinar centrado nas artes vivas e na naturalidade da comunicação e na forma como os autores, criativos artistas, entre outros, expõem os seus trabalhos. O evento procura ser um ponto de encontro entre o público e diversas formas de  imaginação. Concertos, instalações, exposições, imagem, vídeo, artes plásticas, teatro e outras fazem parte do cartaz em cena. O evento procura reunir condições numa determinada zona urbana, levando até ao público a vivência do contacto, de uma forma informal, com a criatividade dos autores e a interação com os artistas. A capacidade de adaptação a novos espaços e a relação desenvolvida entre os criativos envolvidos são uma forte componente desta ideia, permitindo a portabilidade do festival e a criação de novos momentos de apresentação do evento em novos espaços adaptados para criação e expressão de linguagens da arte urbana por todo o país. O evento catracteriza-se por pelo encontrar das condições adequadas numa determinada zona urbana para fazer chegar ao público a vivência do contacto de uma forma informal, com a criatividade dos autores e a interação com os artistas. A capacidade de adaptação a novos espaços e a relação desenvolvida entre os criativos envolvidos são uma forte componente, permitindo a portabilidade do festival e a criação de novos momentos de apresentação do evento em novos espaços adaptados para criação e expressão de linguagens da arte urbana.

10 & 11 Julho
Artes Plásticas: Patrícia Guerra, Ricardo Oliveira
Desporto Radical: Slackline – Núcleo de Aveiro, Skate  – Queda
Arte nova: Carisma
Discoteca: Pássaro Vago
Livraria: Folhas Soltas

Concertos

Dia 10 de Julho
16h00  Flat Park
Flat Park é um projecto que surge das experiências informais entre os dois músicos, Bruno Pinho (guitarra eléctrica) e Ricardo Oliveira (bateria) numa interacção entre bateria e guitarra eléctrica onde o Blues Rock e o experimentalismo ganham forma em novas estruturas, criando uma música tão orgânica quanto original. Este trabalho resulta de um encontro numa sessão experimental com o produtor Hugo Pereira. Um momento único de composição em tempo real. Bruno Pinho (guitarra) Ricardo Oliveira (bateria)

17h00 Chukran
Formados em Sever do Vouga em finais de 2013, o Chukran nasce sob formas dum Indie Pop-Folk, cantado em Português com misturas de sons clássicos trazidos por Saxofones. Na sua busca de identidade musical como grupo, os Chukran encontram-se na alegria dos acordes folclores e nos versos animados, que as letras dos mesmos nos dizem. Luciano Costa – Voz e Guitarra Luis Carvalho – Baixo Pedro Ventura – Bateria e Percussão João Santos – Saxofone Alto Alexandre Fernandes – Saxofone Tenor.

14h00 e 18h00 Colorau Som Sistema [dj set] Receita: Cozinhe o macarrão sem deixar amolecer demasiado. Numa panela,derreta a manteiga e aloure o alho com a cebola picada, por fim acrescente o COLORAU. Despeje o macarrão e mexa. Junte Cumbia, Afrobeat e Ska e misture bastante.

Dia 11 de Julho
17h00 Bwcolors [Live act] Bwcolors é um projecto de Pedro Guerra nas electrónicas e na guitarra. Uma viagem electrónica onde a melodia se encontra com a luz e a sombra com o vazio do espaço. Atmosferas psicadélicas exprimem-se nas cordas da guitarra e a leveza dos ambientes sonoros projecta o visual num local remoto da mente.

14h00 e 18h00 – Orelha de Van Gogh [dj set] Orelha de Van Gogh é um programa de rádio que acaba por acontecer todas as sextas-feira, onde se discutem diversos temas da actualidade e da posterioridade: temas asininos, bovinos, humanos e transcendentais, com o alto patrocínio da bagaceira artesanal (legal), “Quim Borras”. Entre deambulações lógicas e conclusões oblíquas, ouvem-se sons que variam entre o Rock, o Blues e o Reggae, em experimentalismos ousados ou numa roupagem mais tradicional. São 60 minutos de uma intensidade dantesca e de uma lucidez filantrópica. Um programa com a realização de David Gama e Pedro Lavoura.